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Andréa Thomé Psi

Psicóloga, professora, espiritualista e apaixonada por cuidar de pessoas. Quero compartilhar vida com você!

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Cuide de você.

Se ame.

Se respeite.

Coma bem.

Mexa-se.

Viva sua essência.

Leia, converse, aprenda, valorize seu saber.

Seja carinhoso(a), generoso(a), amigo(a) e companheiro(a) consigo mesmo (a).

Você é a única companhia que estará contigo em todos os momentos de sua vida, então, que seja a melhor de todas!

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Feliz dia dos pais!

Hoje é dia dos pais. Infelizmente desde o ano passado eu já não tenho mais o meu aqui comigo e isso não é fácil.

Todos deveriam ter pais. Bons pais. Infelizmente não é assim que acontece. Muitos homens fazem sexo sem se precaver (pensando que o dever de prevenir uma gravidez é só da mulher) e acabam sendo genitores de filhos que nem conhecem, ou conhecem e não assumem, ou assumem e tratam mal.

Trata-se de um comportamento ancestral, quando os machos deveriam fecundar o maior número de fêmeas a fim de ter seu material genético perpetuado. Só que, se antes os homens das cavernas eram quase animais irracionais, a civilização oferece oportunidade até mesmo para os mais ignorantes saberem das responsabilidades inerentes à paternidade, embora muitos façam questão de ignorar.

A influência da mãe na saúde emocional dos filhos não se discute, mas é importante que se considere a influência do pai em todos os aspectos da vida dos filhos também. Os exemplos, mais que a genética, podem ser determinantes para uma boa autoestima, autoconfiança, bom caráter e inteligência emocional.

O comportamento paterno tem sofrido ótimas modificações, sobretudo nas últimas décadas. Hoje é comum vermos pais que dividem igualmente as tarefas de criação dos filhos com a mãe desde o princípio e também aqueles que são quase mães, assumindo a tarefa de cuidar dos filhos sozinhos.  A eles a minha profunda admiração!

E é a esses homens admiráveis que eu gostaria de homenagear hoje. Peço a Deus que continue lhes abençoando nessa tarefa linda que é educar seres, a fim de termos um  mundo melhor para se viver no futuro.

E a meu pai, que já está no plano espiritual, meu carinho e amor eternos, por tudo que me ensinou, por ter me dado bons exemplos, por tudo que vivemos juntos, pelo amor que sempre teve por mim e por ter me permitido cuidar dele até o último dia.

Feliz dia dos pais!

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A gente pensa que precisa muita coisa para ser feliz, para se alegrar, para curtir a vida.

Mas pode ser tão mais simples…

Que tal aproveitar as pequenas grandes coisas que a vida te oferece a cada instante?

Eu estou citando algumas, mas quais são as suas?

Mudança de hábitos…

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Os estudiosos dizem que na verdade a gente precisa substituir um hábito por outro para o cérebro se adaptar melhor.

E também que é preciso pelo menos 21 dias para que a mudança se efetive. Mas já ouvi alguns autores defendendo que leva mais tempo.

De qualquer forma, acho que os primeiros dias são os mais difíceis.

O que te faz persistir quando quer mudar algo?

Respire fundo… E vai!

Um dia alguém me disse que eu era uma pessoa mestre em recomeços.  Que na vida mesmo quando a tempestade era forte, eu respirava e inventava um novo jeito de continuar, de me reconstruir.  Eu achei interessante mas não pensei muito no assunto. Essa semana, porém, me lembrei disso e comecei a refletir a respeito.

Muita gente acha que para recomeçar é preciso passar por um baque grande, que só quando a vida nos dá um chacoalhão é que surge a necessidade de se alterar rotas, mudar de planos, começar de novo. É claro que nessas situações há maiores chances disso acontecer, afinal nos vemos diante de uma circunstância que exige mudança. Mas não é só  nesses casos.

Quem tem o hábito de buscar o autoconhecimento,  de se perceber sempre, pode se ver diante da necessidade de fazer novos começos mesmo que não seja em situações-limite. Pode ser apenas por perceber que não está feliz com os rumos de sua vida profissional, amorosa ou religiosa, por exemplo. Por não se sentir entusiasmado com atividades que até ontem eram prazerosas ou até mesmo após assistir um filme ou ler um livro.

Qualquer coisa pode ser um estopim para desencadear reflexões e a necessidade de metamorfose. Uso essa palavra propositalmente, porque penso muito que é exatamente como a lagarta. A gente vem se arrastando, se sentindo pesado(a), feio(a), até sem ânimo para prosseguir, mas podemos nos fechar em nossos casulos emocionais, ficar um tempo refletindo, planejando alterações e, de repente, quando nem mesmo nós esperávamos, rompemos aquela casca e saímos prontos(as) para alçar novos voos.

Os pacientes que se veem diante de um diagnóstico grave muitas vezes fazem isso. Se fecham, choram sua dor, a perda da ilusão da saúde perfeita para sempre, juntam seus pedaços e podem recomeçar diferentes, com novos valores, novas propostas de vida, novas rotas a desbravar.

Esses costumam reagir muito melhor ao tratamento e muitas vezes conseguir a cura, porque a doença foi como um aviso de que essa mudança era necessária. Quem se fecha aos sinais do corpo e da vida tem mais dificuldade em fazer mudanças e pode até sucumbir diante de uma situação que nem era tão grave.

Essa capacidade de recomeçar, de se reinventar, de construir uma nova história, tem a ver com a resiliência, mas isso é assunto para outro texto.

Recomeços …

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Ando pensando muito em recomeçar.

Não aconteceu nada excepcional em minha vida. Nenhum problema novo ou grave, nenhuma surpresa, nada mudou visivelmente. Mas tenho experimentado um processo de mudança interno, como se as minhas “antigas vestes já não me coubessem mais”.

Uma vontade de fazer diferente, de alterar rumos, escolher outras coisas.

Tenho conversado com pessoas, interagido muito nas redes sociais, especialmente no meu grupo do facebook “Estou com câncer. E agora?” E com isso tem crescido as tais reflexões.

E estou concluindo que preciso recomeçar algumas coisas. Fazer escolhas mais saudáveis para meu corpo, minhas emoções e meu espírito. Buscar comer melhor, me exercitar mais, ter mais tempo para lazer e nadismo, talvez não trabalhar menos, mas de forma diferente. Enfim, recomeçar!

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Como vocês sabem, eu montei um grupo no facebook para compartilhar informações e acolher pacientes e familiares que convivem com o câncer. O grupo tem crescido muito em participantes e, principalmente, em interações entre as pessoas, o que me deixa muito feliz!

Para participar, clique aqui: https://www.facebook.com/groups/1603782839874106/

Ontem eu recebi de uma participante do grupo um vídeo curto, com imagens de pessoas carecas, falando de um concurso que a família dela está fazendo, para descobrir a melhor careca, seja de pacientes que estão fazendo quimioterapia ou não. Tudo isso num clima de leveza e bom humor que dá gosto! No final do texto eu vou colocar o link do vídeo e os contatos dela, para quem quiser enviar fotos de carecas para o concurso.

Mas o que eu queria comentar contigo é sobre atitude. Ao ver aquele vídeo eu comecei a refletir no quanto a nossa atitude com relação aos acontecimentos faz toda a diferença.

Nada em si é bom ou ruim, o que determina isso é a nossa atitude perante o fato. Por exemplo, ganhar na loteria pode ser uma coisa muito boa, caso a pessoa aproveite aquele dinheiro para viver mais feliz, ou pode ser um grande problema, caso ela não consiga lidar com o prêmio de forma saudável.

Assim também é com o câncer, sabia? Na pesquisa da minha dissertação de mestrado eu entrevistei muitos pacientes, homens e mulheres, de faixas etárias diferentes, em etapas diferentes do tratamento. E a grande maioria deles dizia que o câncer foi uma das melhores coisas que poderia ter acontecido na vida deles.

Te parece estranho? Pois para eles era de uma clareza cristalina! Ao se verem doentes, diante da possibilidade real de finitude, eles começaram a refletir sobre a vida. Sobre seus valores e desejos. E perceberam que era necessário fazer mudanças, desviar rotas, buscar outros caminhos.

Esses pacientes buscaram se aproximar das pessoas que lhes eram caras, fazer atividades prazerosas, rir mais (de situações, dos outros e sobretudo de si mesmos), transformar, encarando de forma positiva algo que poderia ser negativo.

Mas sei que também há pessoas que reagem de forma totalmente oposta, sentindo-se vítimas do mundo, injustiçadas, que ficam presas na reclamação e não conseguem sair dessa teia. Tais pacientes reagem pior ao tratamento, sofrem mais com efeitos colaterais e mal estar, tem uma qualidade de vida muito inferior à que poderiam ter caso sua atitude mental fosse mais positiva.

Esse texto não é apenas para quem está passando por um tratamento oncológico. É para qualquer um. Todos nós passamos por períodos difíceis na vida, reveses, perdas, dores variadas. Isso faz parte de viver e não temos como evitar. Mas podemos encarar de forma positiva, leve, vislumbrando possibilidades melhores. Isso só depende de cada um. Nada nem ninguém podem tirar de você o poder de viver bem, de ser feliz, de extrair da vida o que ela tem de melhor para te oferecer.

Pense nisso e escolha suas atitudes com cuidado!

https://www.facebook.com/marie.proffit.5/videos/vb.100001007891612/980599751983612/?type=2&theater

email: marie.proffit@bol.com.br e instagram @marie.proffit

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Na verdade não, é relativamente fácil manter uma pessoa a seu lado por quanto tempo você quiser. Pode-se conseguir isso amorosamente, mas também fazendo chantagem, cobrando, impondo, se submetendo e outras formas tão estranhas quanto.

A questão é: vale a pena?
Você realmente é uma pessoa de tão pouco valor que só consegue o afeto e a presença de alguém a seu lado dessa forma?

Eu tenho um tipo de lema de vida, há muito tempo. Adoro ter pessoas comigo, conviver, compartilhar a vida. Mas desde que a pessoa também queira. Caso contrário não me serve.

Isso vale para filhos, amigos, amores, funcionários e qualquer outra categoria.
Não vou mentir que eu não sofra em algumas situações. Que não tenha impulsos de fazer diferente, mas ainda bem que não cedo a eles, senão me arrependeria.
Quando minha filha foi morar em outro país, por exemplo, fiquei com o coração partido. Se eu tivesse feito uma chantagem emocional talvez ela não tivesse ido, ou fosse e ficasse se sentindo culpada, mas isso não compensa. Muito melhor eu aprender a lidar com a saudade e vê-la feliz na vida que escolheu.

Também já me aconteceu de ser chantageada, forçada, ter situações impostas, mas procuro resistir a isso com todas as minhas forças, porque também só dou meu afeto e minha presença quando meu coração quer.

Afeto e companhia só valem a pena se forem dados de bom grado, espontaneamente. Ponha isso na cabeça e ouça o seu coração. Ele sempre sabe o que é melhor pra você!

Hoje eu quero propor que você tente ver a vida com outros olhos, prestando atenção às cores.
Se for possível, tente até falar as cores para você mesmo. Como na imagem acima: vermelho, verde, azul, bege…
Você vai ver que o mundo adquire uma graça diferente. Fica muito mais bonito!
E depois, se quiser, me conte aqui que cor ou cores te chamaram mais a atenção. Onde estavam? Que emoções despertaram?
O mundo é lindo e colorido, pra que só ver os tons de cinza?
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