Hoje é dia dos pais. Infelizmente desde o ano passado eu já não tenho mais o meu aqui comigo e isso não é fácil.

Todos deveriam ter pais. Bons pais. Infelizmente não é assim que acontece. Muitos homens fazem sexo sem se precaver (pensando que o dever de prevenir uma gravidez é só da mulher) e acabam sendo genitores de filhos que nem conhecem, ou conhecem e não assumem, ou assumem e tratam mal.

Trata-se de um comportamento ancestral, quando os machos deveriam fecundar o maior número de fêmeas a fim de ter seu material genético perpetuado. Só que, se antes os homens das cavernas eram quase animais irracionais, a civilização oferece oportunidade até mesmo para os mais ignorantes saberem das responsabilidades inerentes à paternidade, embora muitos façam questão de ignorar.

A influência da mãe na saúde emocional dos filhos não se discute, mas é importante que se considere a influência do pai em todos os aspectos da vida dos filhos também. Os exemplos, mais que a genética, podem ser determinantes para uma boa autoestima, autoconfiança, bom caráter e inteligência emocional.

O comportamento paterno tem sofrido ótimas modificações, sobretudo nas últimas décadas. Hoje é comum vermos pais que dividem igualmente as tarefas de criação dos filhos com a mãe desde o princípio e também aqueles que são quase mães, assumindo a tarefa de cuidar dos filhos sozinhos.  A eles a minha profunda admiração!

E é a esses homens admiráveis que eu gostaria de homenagear hoje. Peço a Deus que continue lhes abençoando nessa tarefa linda que é educar seres, a fim de termos um  mundo melhor para se viver no futuro.

E a meu pai, que já está no plano espiritual, meu carinho e amor eternos, por tudo que me ensinou, por ter me dado bons exemplos, por tudo que vivemos juntos, pelo amor que sempre teve por mim e por ter me permitido cuidar dele até o último dia.

Feliz dia dos pais!

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