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Andréa Thomé Psi

Psicóloga, professora, espiritualista e apaixonada por cuidar de pessoas. Quero compartilhar vida com você!

mês

junho 2015

Estesia

Estesia é o sentimento que nos desperta o belo.

É o embevecimento, o encantamento que sentimos quando estamos diante de algo que consideramos bonito.

E sabe qual é o seu antônimo? Anestesia!

Isso mesmo, a anestesia é a nossa incapacidade de perceber e nos encantar pelo belo.

Na atualidade eu acho que é um mal corriqueiro. Vivemos tão ensimesmados (voltados para nós mesmos), que não nos damos conta de tudo o que nos cerca.

Contemplar a beleza que a vida nos oferece a cada dia tornou-se um luxo e, em alguns casos, nos rende caras feias. Como se quem se permite a estesia fosse um ser vagabundo e sem noção, num mundo tão apressado e voltado para coisas ditas sérias.

Mas eu ouso dizer que mais sério ainda é cuidar de nós mesmos com esmero, o que inclui necessidades materiais (como trabalho, estudo, alimentação, atividades físicas…), mas também cuidados imateriais (autoconhecimento, espiritualidade, investimento em relações afetivas…)

A contemplação faz parte dos cuidados imateriais. A estesia nos permite recarregar baterias para as necessidades materiais. E dá uma mãozinha à felicidade.

Que tal experimentar? Ou se você já faz, que tal fazer mais ainda?

Os resultados são deliciosos, garanto! 😉

Sem anestesia daqui em diante. 👍😊estesia

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Você respeita os ciclos?

Há mais de 20 anos, quando eu li os livros “As brumas de Avalon”, que se passam na idade média, me chamou muito a atenção o quanto as pessoas e, em especial, as mulheres, eram mais conectadas com os ciclos da natureza e com os seus próprios ciclos naquele tempo, o que eu não percebia nas pessoas, no momento em que os li. Percebo que a desconexão tem se tornado ainda maior na atualidade.

O desenvolvimento tecnológico e científico tem trazido enormes benefícios a todos nós, mas também tem nos apartado muito da natureza. Da nossa própria natureza em especial.

Tenho observado que tem havido cada vez mais a necessidade de anestesiar-se, evitar sentir. Se por um lado parece bom, pois as pessoas podem esquivar-se das dores, as coisas boas também são evitadas, pois não é possível anestesiar-se só para coisas aparentemente ‘ruins’. Não cabe a mim julgar ninguém, suas escolhas e possibilidades, mas gostaria de levantar alguns questionamentos e cada um poderá refletir se faz ou não sentido para si.

As mulheres, por exemplo, podem escolher o tipo de parto que desejam, já na primeira consulta de pré-natal, sendo que muitas delas não querem nem saber de parir naturalmente, já deixando agendada a cirurgia. Evitam-se as dores do parto, mas em compensação há a dor do pós-cirúrgico, a demora na descida do leite e também a falta de esforço do bebê em atravessar o canal do parto. Não acho que a cesariana seja ruim, de forma alguma, mas acho que ela deve ser usada com critério, quando for realmente necessária.

Também há mulheres que já escolhem nem menstruar mais, afastando-se assim dos seus próprios ciclos. Eu não considero a menstruação a coisa mais agradável do mundo, aliás algumas vezes sofro com cólicas, tpm, acidentes de percurso, mas entendo que viver esse ciclo seja importante para a fêmea que sou. Aqui nesse exemplo eu não desconsidero as doenças como a endometriose, em que a mulher precisa realmente evitar  menstruar, mas falo da escolha pela ausência de desconforto pura e simples.

Cito esses dois casos, mas existem muitos. As drogas (lícitas ou não), que servem para anestesiar das dores emocionais, de casamentos falidos, de vidas sem propósito, de profissões que não satisfazem, da imensa dificuldade em promover mudanças na própria vida. A falta de aprofundamento nas relações humanas de modo geral. A busca desenfreada pelos bens materiais, como se eles preenchessem a falta de valor que se tem na essência. E muitas outras coisas.

Na vida há ciclos. Ciclos de  vivenciar perdas, de recolhimento, de se abrir para a florescência e também de deixar brilhar a nossa luz. Sim, todos temos luz! Não apenas no sentido figurado, mas literalmente, em nossas células há biofotons que emitem luz, embora não seja vista pelo olho humano, mas detectável por aparelhos especiais, como a foto Kirlian, mas esse é assunto para outro artigo. E para que nossa luz possa brilhar com intensidade, precisamos viver os nossos ciclos.

Na semana passada teve início o inverno para nós do hemisfério sul. Eu, particularmente, não gosto dessa estação. Mas de tanto reclamar do frio, da falta de sol cedo pela manhã, da minha baixa energia nessa época do ano, me coloquei a pensar no que isso significa para mim. E vi que não estava me dobrando aos ciclos. Que embora eu ame a primavera, é preciso viver verdadeiramente o inverno para que quando a primavera chegar me encontre pronta para florescer.

E o que significa viver os ciclos? É permitir se adaptar a cada momento da vida. É não se anestesiar para deixar de sentir o que precisa ser sentido. As dores não devem ser varridas para baixo do tapete. Dor tem que ser reconhecida, vivida, chorada. É natural se recolher em um momento de dor. Se fazemos um esforço para não deixar doer, em algum momento no futuro, teremos problemas físicos e/ou emocionais que acabarão nos obrigando ao recolhimento. Eu costumo dizer que as dores são como fermento. A gente deixa pra lá, achando que vai ficar quietinha, sem incomodar, mas basta uma gota de água, ou uma lágrima para que ela aumente de tamanho e se expanda além do que era preciso, algumas vezes tomando conta de todo nosso ser. Não estou dizendo que a gente deve viver eternamente na dor, ao contrário. Mas se a dor for vivenciada como deveria, com algum tempo teremos recuperado as forças para seguir nossa trajetória sem ela.

E assim é com todos os sentimentos, com tudo que a vida nos traz. Se for tempo de outono, permita-se perder algumas folhas, ou até melhor, desfaça-se do que já não lhe serve mais. Isso vale para objetos (doações fazem um bem enorme para a nossa energia!) e sentimentos. É renovador jogar fora mágoas, hábitos que já não fazem sentido, reciclar relações. Se o inverno chegar, recolha-se, procure ficar mais tempo consigo mesmo, conhecer os seus lados mais frios, mais escuros, mais assustadores. É um ótimo tempo para o autoconhecimento. Quando for a primavera, deixe florir! Saia espalhando pelo mundo o que você tem de melhor, deixe cores, aromas e beleza por onde passar, sinta a vida pulsando intensamente em você. E no verão, viva o calor, a luminosidade, a alegria de partilhar com muitas pessoas.

Os nossos ciclos internos podem ou não coincidir com os da natureza. Podemos estar em pleno inverno interior quando lá fora pulsa o verão e não há nada de errado nisso. Se respeitamos a nós mesmos, não nos obrigando a ser e viver o que não estamos conseguindo naquele momento, está tudo bem, tudo como deveria ser.

Enfim, sugiro que você reflita sobre seus ciclos, que você se questione se tem vivido cada tempo da vida como deveria, se tem sentido “a dor e a delícia de ser o que é”, como na linda música de Caetano Veloso, Dom de iludir.

Eu adoraria saber sua opinião sobre esse artigo. Quero saber se você discorda, se concorda, se quer compartilhar algo que tenha a ver com ele, se quer sugerir a leitura dele a alguém.

Eu já havia terminado de escrever esse artigo quando fui ao cinema assistir “Divertida mente”. E acho que o filme tem tudo a ver com o que eu falo aqui. Se você puder, assista, é muito interessante. E não tenha preconceito por ser uma animação, os filmes aparentemente infantis podem trazer ensinamentos muito adultos.

Agradeço muito a sua companhia aqui.

Somos todos um

somos todos um

Você já pensou que nós seres humanos formamos um todo com tudo que compõe a natureza?

Sim, somos seres vivos habitando um mesmo planeta, compartilhando um mesmo espaço.

Todos precisamos uns dos outros e também da água, da terra, do sol e do ar.

Sempre que possível, entre em comunhão com tudo isso. Sinta com todo seu ser essa unidade maravilhosa que há entre você e todos os outros seres e elementos da natureza.

Sonhar pra que ?

post

Quando eu pergunto a uma pessoa quais são seus sonhos e ela me responde que não os tem, fico triste.

Tenho para mim que o ser humano não morre quando deixa de respirar, mas quando deixa de sonhar.

Os sonhos nos alimentam, nos motivam, são tão vitais quanto o oxigênio.

Não é preciso que sejam grandiosos, inalcançáveis, fora da realidade de cada um. Podem ser pequenos e significativos, podem ser diários, podem ser realizáveis sempre.

Dê asas a seus sonhos!

Permita-se sonhar muito, desejar muito, viver muito.

Se a carapuça servir…

Me contaram uma história de uma pessoa que prestando atenção no que uma amiga falava ou escrevia, sentiu-se ofendida por achar que o “recado” era para ela.

Me lembrei de uma fala dos antigos que dizia assim: não  estou falando para ninguém, mas se a carapuça serviu…

Então, na vida muitas vezes as pessoas falam coisas que não nos dizem respeito, mas acabamos “vestindo a carapuça” por nos identificar com o que foi dito.

E é preciso tomar cuidado para não sair vestindo carapuças em toda parte, arrumando encrenca, afastando amigos, até mesmo se isolando, por sempre ver críticas destrutivas nas outras pessoas.

Mas afinal, qual é o nosso grande problema com as críticas?

Gente, nenhum ser encarnado nesse planeta é perfeito! Todos erramos (e muito!), fazemos bobagens, pisamos na bola, falamos o que não devíamos etc.

E só através das críticas é que podemos crescer, evoluir, modificar a nós mesmos.

Eu gosto muito de receber críticas. Aprendi com uma professora que quem me critica está me prestando um serviço de auditoria gratuito, então eu devo ser grata a essa pessoa.

Eu posso até refletir sobre o que foi dito e concluir que não corresponde à verdade, mas devo, pelo menos, pensar a respeito. E se fizer sentido, tentar me melhorar naquele aspecto.

Vale pensar que só não mudam os inanimados, porque tudo que é vivo está em constante mutação.

Que a gente aprenda com as críticas e mude pra melhor!
carapuca

Qual é a graça de rir?

Para mim, uma criatura que ri praticamente o tempo todo, essa pergunta soa muito estranha, mas já ouvi de algumas pessoas na vida. Acredite!

Pois é. Cada um tem seu jeito de ser. Eu, sou viciada em sorrisos e gargalhadas, mas há quem ria pouco e também quem não ria nunca. Quem nunca tenha soltado uma boa e sonora risada em sua vida. A princípio são apenas modos diferentes de encarar a vida, mas você sabia que o riso faz muita diferença em sua saúde?

Cada vez que uma pessoa sorri, ela emite uma mensagem a seu cérebro, dizendo que está tudo bem com ela, que a vida é boa, que ela vale a pena ser vivida e, por isso, seu corpo deve estar funcionando muito bem, então ele deve zelar por isso. O cérebro, que é muito obediente, toma providências elétricas, físicas e químicas, gerando bem estar e fazendo com que o sistema imunológico dessa pessoa se fortaleça. Consequentemente, toda a saúde dela se beneficia.

Para quem necessita de explicações científicas, o  cérebro, envia ordens ao hipotálamo, para sintetizar as endorfinas, mais precisamente as betas endorfinas, que são substâncias analgésicas similares às morfinas, mas com potência analgésica cem vezes maior. As betas endorfinas melhoram a circulação, a pressão arterial, relaxam os vasos, melhoram as defesas orgânicas contra infeções e alergias.

Além disso, o riso permite um relaxamento dos músculos da face e do corpo como um todo, que ajuda a normalizar a respiração. Isso ameniza a descarga de adrenalina no organismo e permite uma descarga de endorfinas, de modo que haja uma proteção vascular contra anginas, infartos, derrames e outras doenças vasculares.

Agora que você já comprovou os efeitos do riso, dá pra entender qual é a graça de rir, não é? Mas pode estar se perguntando: tudo bem, eu entendi que rir é bom e pode me fazer bem, mas como eu posso introduzir mais alegria em minha vida? E eu vou te dar algumas dicas que podem ajudar:

1 – É importante que você se permita ser alegre, rir, gargalhar, ver graça nas coisas. Se algum dia te ensinaram o contrário, tente repetir para si mesmo que isso não corresponde à verdade e que o fato de levar a vida com bom humor não significa que você é menos sério(a), responsável ou cumpridor(a) dos seus deveres;

2 – Experimente começar o dia sorrindo. Se te ocorrer que não tem razão para sorrir, eu te digo que ter acordado significa estar vivo e essa já é uma excelente razão para ser grato e sorrir!

3 – Não perca nenhuma oportunidade de dar risadas. Assista comédias ( de preferência todos os dias), ouça músicas e programas bem humorados no rádio sempre que possível, evite assuntos pesados e negativos, seja com outras pessoas, consigo mesmo ou até na mídia. Mau humor e negatividade são altamente contagiosos, fuja deles!

4 – Até nas piores horas, tente encarar com bom humor. Tenho um amigo que sofreu um acidente, estava muito machucado e iria ser submetido a uma grande cirurgia de emergência. Foi preciso fazer uma lavagem intestinal e a enfermeira disse a ele: relaxe a entradinha. E ele, fazendo piada: entradinha não, isso sempre foi saída! E os dois caíram na risada. A cirurgia foi um sucesso e ele está vivo até hoje para contar os casos dos infortúnios que viveu sempre rindo de si mesmo.

5 – Sempre que possível, conviva com pessoas que também são bem humoradas. Marquem sessões de piadas, combinem de assistir programas de humor, de contar casos mentirosos e outras coisas que sejam divertidas a você.

À medida que você for incorporando a alegria e o riso em sua vida, não só a sua saúde vai melhorar, mas também as suas relações afetivas, sociais e até mesmo no trabalho/estudo. A vida pode e deve ser levada de forma positiva e alegre!

rir e o melhor remedio

Resiliência: O que é isso?

Esse termo foi adotado da física e significa a capacidade de um determinado material voltar à sua forma original após ser deformado por uma força externa qualquer. Não existe um ser humano que nunca tenha sido ferido, atingido por uma força externa, que nem sempre é física como tombos, machucados e violência, mas pode ser maus tratos, luto, desprezo, injustiça, abandono e milhares de outros exemplos.

A diferença entre os resilientes e os que não o são, é que os primeiros “levantam, sacodem a poeira e dão a volta por cima”, como diz a música antiga. Hoje eu estava andando de bicicleta, calculei mal a altura de uma calçada e me estatelei no chão. Essa música veio imediatamente à minha cabeça e foi o que eu fiz. Não tinha poeira, mas sujeira do pneu e do chão, peguei minha garrafinha de água que tinha ido parar longe, me levantei com bicicleta e tudo e continuei o meu caminho por mais 10km mais ou menos. Estou dolorida, é verdade, mas nada que vá me impedir de pedalar amanhã.

Nem sempre as forças que nos atingem são tão suaves como o meu tombo de bicicleta. Às vezes se assemelham mais a um furacão de 200km/h. Mas não é por serem graves que não possamos nos levantar e continuar a jornada, até melhores do que éramos antes, pois até a adversidade pode servir de alavanca para nos fortalecer.

Fatores que ajudam muito são: a tendência ao otimismo, ter uma boa autoestima, criatividade desenvolvida e possuir uma boa rede de apoio, ou seja, pessoas com quem se pode contar, pois sem afeto tudo é muito mais difícil. Outro fator que é de grande auxílio é compartilhar, falar de sua dor. De preferência para um profissional, um psicólogo, mas também pode ser para um líder religioso ou um amigo mais sábio e experiente. Nem sempre é fácil, até porque diante de um grande trauma como um desabamento ou um assalto a memória pode ficar meio vacilante, mas com o passar do tempo, com o exercício da fala, a pessoa pode ir reconstruindo racionalmente o fato, compreendendo-o melhor, dando tempo para que o evento seja “digerido” emocionalmente e, finalmente, poder extrair lições e aprendizados dele. Essa capacidade de superação é a resiliência.

Não posso dizer que seja um processo fácil e indolor o de falar sobre o assunto até que ele esteja digerido, ao contrário, dói e incomoda muito, mas é essencial. Passar por cima, fazendo de conta que nada aconteceu, pode até parecer o melhor a ser feito, mas impede que a pessoa se aproprie de si mesma, suas capacidades, sua história e, no futuro, pode desencadear sintomas mais ou menos graves, pois o problema continua lá, como uma pedrinha no sapato. Mesmo que a gente ignore, ela acaba fazendo uma bolha.

E se apropriar do que passou, dos instrumentos utilizados para a superação, das pessoas com quem pôde contar, é fundamental para que se possa superar um outro obstáculo, que inevitavelmente virá. Digo que é inevitável, porque ninguém passa pela vida sem dificuldades a serem superadas, a cada dia, a cada época da vida. Aprender a lidar com elas da melhor forma é imprescindível.

Me vem à lembrança uma paciente que estava imobilizada em uma situação de dificuldade no trabalho, se achava sem forças para lutar, dizia que nunca tinha apoio de ninguém em suas empreitadas e só via o fracasso. Me recordei que há anos atrás ela tinha passado por um problema de saúde e uma vizinha que até então era uma pessoa distante, a tinha apoiado muito, ficando com ela no hospital, levando comida depois que ela voltou pra casa, enfim, dando um suporte fundamental para ela se recuperar. Eu trouxe a questão: lembra da fulana, sua vizinha, como ela agiu na sua doença? E ela, como que levou um choque, admitindo que havia sido uma grande amiga, cuidado dela, dado apoio. E ela mesma concluiu: Então nem sou tão sozinha e abandonada, né? Sempre pode ter alguém com quem eu possa contar… Enfim, quando a gente se apropria do que passou, se lembra das vitórias, fica mais fácil tanto buscar os apoios que necessitamos hoje quanto acreditar que se houve vitórias em outras situações, não tem porque não haver nessa também.

E por fim quero falar da importância da espiritualidade. Pessoas que tem o costume de orar, de se conectar com uma dimensão que transcende o mundo material, tendem a ser mais resilientes. A oração em si já é muito benéfica, até pela energia boa que emana, mas frequentar cultos religiosos, participar de grupos de oração, ter o hábito de ler textos espiritualistas edificantes e crer em algo superior a cada indivíduo, faz com que a confiança e o otimismo sejam fortalecidos.

A resiliência é uma capacidade fundamental para a felicidade e está ao alcance de qualquer pessoa. Não é um dom distribuído a poucos escolhidos. E também pode ser aprendida, exercitada. Se você não conseguir fazer sozinho(a), busque a ajuda de um psicoterapeuta, leia livros sobre o assunto, assista filmes nesse sentido. E aqui eu aproveito para indicar dois filmes: “A vida é bela” e “Preciosa”.

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